Cidade Proibida põe turistas mal-educados em “lista negra”

Quem tentar grafitar as paredes, revender entradas ou deitar lixo no chão na Cidade Proibida pode ser expulso e ficar três anos sem visitar o monumento chinês.
A medida começou a ser implementada no passado mês de junho e já colocou 2500 turistas na lista negra, segundo o diário oficial “China Daily”.
A Cidade Proibida de Pequim, antigo Palácio Imperial da China é um dos monumentos mais visitados do país é por isso urgente preservá-lo defendeu o diretor do agora Museu do Palácio.
Em declarações citadas pelo jornal chinês, Shan Jixiang afirmou que a criação da “lista negra” serviu para reduzir um pouco os maus comportamentos no monumento, que a cada dia recebe milhares de visitantes e este ano também estabeleceu uma cota máxima diária de 80 mil turistas. Além disso, 50 mil bilhetes diários são vendidos através da internet, a fim de evitar grandes filas na entrada do museu e de reduzir o fenómeno das “revendas”.
A Cidade Proibida é uma das principais atrações turísticas da China, é considerada uma das mais interessantes obras arquitetónicas da antiga civilização. Foi construida durante o governo do imperador Yung Lo, o terceiro monarca da dinastia Ming. Além de compor o centro decisório do império chinês, a cidade assinalava a distinção entre a realeza e os súditos.
A sua construção demorou quatorze anos , tem uma área de 720 mil metros quadrados, na altura ocupada por toda a família do imperador, um grande número de serviçais, concubinas, herdeiros e eunucos.
O nome “Cidade Proibida” foi dado por conta do rígido sistema de segurança que controlava a saída e entrada de pessoas no local. A grande maioria dos funcionários que viviam na cidade poderia viver sem nunca colocar os pés para fora daquela magnifica obra.
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